Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, não compareceu mais uma vez à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado. Esta é a terceira ausência consecutiva de Campos Neto, que havia sido convocado como testemunha devido ao seu conhecimento técnico.
Entenda o contexto da convocação
A CPI do Crime Organizado foi estabelecida para investigar a atuação de facções criminosas no Brasil. Campos Neto, que liderou o Banco Central entre 2019 e 2024, foi chamado a depor devido à sua experiência e possível contribuição para os trabalhos da comissão. No entanto, ele não compareceu, alegando que sua presença obrigatória violaria uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
Decisões judiciais e convites
A primeira tentativa de ouvir Campos Neto ocorreu em março, quando o ministro André Mendonça, do STF, transformou a convocação em convite, tornando sua presença facultativa. Mesmo após a insistência do colegiado, ele não compareceu às reuniões de 31 de março e 8 de abril.
Implicações para a CPI
A ausência de Campos Neto gera preocupações entre os membros da CPI, que agora avaliam quais medidas tomar. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já decidiu que os trabalhos da CPI não serão prorrogados além do prazo estipulado, que termina em 14 de abril.
Repercussão e próximos passos
A falta de comparecimento de Campos Neto tem gerado discussões sobre a eficácia da CPI e o papel das testemunhas convocadas. A comissão busca alternativas para garantir que as investigações sejam concluídas de forma eficaz dentro do prazo determinado.
O que esperar a seguir
Com o tempo se esgotando, a CPI precisa decidir rapidamente sobre seus próximos passos. A presença de Campos Neto é considerada crucial, mas a comissão pode ter que concluir os trabalhos sem seu depoimento. Acompanhe o PB em Rede para mais atualizações sobre este caso e outros temas relevantes.
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

















