Um trágico acidente ceifou a vida de um funcionário que realizava trabalhos de sinalização em uma obra na BR-230, na Paraíba, na manhã da última sexta-feira (14). A vítima, identificada como Agnaldo da Costa Pires, foi fatalmente atropelada por uma viatura da Polícia Civil, em um incidente que choca a comunidade e levanta questionamentos sobre a segurança nas rodovias.
O Cenário do Acidente na BR-230
O incidente ocorreu no km 303 da rodovia federal, no trecho pertencente ao município de São Mamede, especificamente na pista sentido Patos–Campina Grande. Agnaldo da Costa Pires atuava como prestador de serviços para uma empresa terceirizada, contratada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), executando a manutenção e sinalização da via no momento do ocorrido, uma função crucial para garantir a fluidez e a segurança do tráfego.
A Dinâmica Segundo a Polícia Civil
De acordo com o relato inicial da Polícia Civil, o funcionário se encontrava no meio da pista, em uma posição que o deixava de costas para o fluxo de veículos. Ao avistar a viatura policial, o motorista teria se deparado com a impossibilidade de desviar a tempo, resultando na colisão fatal. O condutor da patrulha permaneceu no local após o impacto, prestando socorro imediato e acionando as autoridades competentes. Ele não sofreu ferimentos, mas o impacto emocional do ocorrido é inegável.
A Profissão da Vítima e o Luto
Agnaldo da Costa Pires, cuja vida foi interrompida de forma abrupta, era parte integrante da equipe de manutenção viária, uma função essencial para a segurança nas estradas e para a infraestrutura do país. A Polícia Rodoviária Federal (PRF), que esteve no local para apurar os fatos e realizar os procedimentos cabíveis, confirmou o óbito instantâneo da vítima no ponto do acidente. O portal g1 buscou um posicionamento oficial do DNIT a respeito do ocorrido e das condições de segurança no local de trabalho, mas até o momento da última atualização desta reportagem, não obteve retorno.
O trágico evento sublinha os riscos inerentes aos profissionais que atuam na manutenção de rodovias, expondo-os diariamente ao tráfego intenso e à imprevisibilidade. As autoridades competentes deverão investigar as circunstâncias exatas que levaram à fatalidade, buscando esclarecer todos os detalhes e, se necessário, apontar responsabilidades para prevenir que incidentes semelhantes se repitam, garantindo maior segurança para aqueles que trabalham para manter as estradas do Brasil em funcionamento.
Fonte: https://g1.globo.com


















