A capital paraibana foi palco de um trágico episódio de violência na madrugada do último domingo, dia 15, quando um vigilante de 60 anos foi brutalmente assassinado durante um assalto a um canteiro de obras no bairro de Gramame. A Polícia Civil já iniciou as investigações para identificar e capturar os responsáveis pelo crime, que teve como objetivo primário o roubo da arma da vítima.
Detalhes do Ataque e a Vítima Fatal
A ação criminosa ocorreu na Rua Poeta Antônio Pereira Sobrinho, onde um grupo composto por sete homens invadiu o empreendimento em construção. O vigilante Antônio Manoel da Silva Filho, de 60 anos, estava em serviço e acabou sendo alvo dos assaltantes. Ele foi atingido por dois disparos na região abdominal, vindo a óbito no próprio local do crime, antes que qualquer socorro pudesse ser prestado.
A Sobrevivência e o Alerta Vital
Um desdobramento crucial para a apuração dos fatos foi a chegada de outro vigilante, responsável por render Antônio Manoel no turno. Por uma providencial coincidência, ele chegou ao local exatamente no momento em que o assalto estava em curso. Demonstrando perspicácia e agilidade, o segundo vigilante conseguiu se ocultar antes de ser notado pelos criminosos, evitando ser mais uma vítima. De seu esconderijo, ele foi capaz de alertar as autoridades, fornecendo as primeiras informações sobre o ocorrido e solicitando ajuda.
Investigação em Andamento e Busca por Justiça
Após o alerta, equipes da Polícia Civil foram prontamente mobilizadas para o local do crime, iniciando os procedimentos periciais e as primeiras diligências. A principal linha de investigação aponta para a tentativa de roubo da arma do vigilante, uma motivação comum em assaltos a estabelecimentos com segurança privada. As autoridades estão coletando depoimentos, buscando imagens de câmeras de segurança na região e outros vestígios que possam levar à identificação e prisão dos sete envolvidos no latrocínio. A corporação reforça seu compromisso em esclarecer o caso e levar os culpados à justiça.
A morte de Antônio Manoel da Silva Filho choca a comunidade de João Pessoa e ressalta a vulnerabilidade de profissionais que atuam na segurança patrimonial. Enquanto a família e amigos lamentam a perda, a Polícia Civil segue empenhada em desvendar os detalhes do brutal assassinato e assegurar que os responsáveis sejam devidamente responsabilizados, garantindo a paz e a segurança na capital paraibana.
Fonte: https://g1.globo.com

















