A seleção feminina de vôlei do Brasil foi superada pela Tailândia por 3 sets a 0 (25/15, 25/16 e 25/17) em partida válida pela terceira semana da Liga das Nações (VNL). O confronto ocorreu na madrugada deste sábado (11/7), em Osaka, no Japão, e marcou a utilização estratégica de um time reserva pela equipe brasileira, que já havia garantido sua vaga na fase final do torneio.
A derrota, embora expressiva no placar, reflete a decisão do técnico José Roberto Guimarães de dar ritmo de jogo e experiência a atletas menos utilizadas, visando a preparação para os desafios decisivos da competição. A equipe tailandesa, conhecida por seu estilo de jogo rápido e defensivo, aproveitou a oportunidade para impor seu ritmo e conquistar uma vitória importante.
Estratégia e rodagem de elenco em Osaka
Com a classificação para a fase final da Liga das Nações já assegurada, o técnico José Roberto Guimarães optou por escalar um time alternativo. A formação inicial contou com a levantadora Macris, a oposta Kisy, as ponteiras Rosamaria e Helena, as centrais Luzia e Lorena, e a líbero Natinha. Essa escolha permitiu que as jogadoras tivessem tempo de quadra em um ambiente de alta competitividade.
Durante o decorrer da partida, a líbero Marcelle e a ponteira Maiara Basso também entraram em quadra, reforçando a intenção de rodar o elenco e testar diferentes formações. A estratégia visa não apenas preservar as atletas titulares para as etapas mais agudas do torneio, mas também fortalecer o banco de reservas, garantindo que todas as jogadoras estejam prontas para contribuir quando necessário.
Análise do confronto e desempenho individual
Apesar da derrota, a partida serviu como um valioso aprendizado para o time brasileiro. A oposta Kisy destacou-se como a maior pontuadora entre as brasileiras, registrando 11 pontos. Seu desempenho individual demonstra o potencial de crescimento das jovens atletas que compõem o elenco.
Em entrevista à assessoria da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), a ponteira Rosamaria ressaltou a importância de enfrentar adversários com características distintas. “Era importante enfrentar as dificuldades impostas pela Tailândia, elas têm um estilo de jogo muito diferente do brasileiro. Precisamos aprender com os erros e focar na sequência do torneio”, comentou a atleta, enfatizando a necessidade de adaptação e evolução contínua da equipe.
Cenário da Liga das Nações e próximos desafios
A Liga das Nações de Vôlei é uma competição anual que reúne as principais seleções do mundo, servindo como um importante termômetro para o cenário internacional do esporte. A fase preliminar, onde o Brasil já garantiu sua vaga entre os melhores, é crucial para a preparação das equipes antes das fases eliminatórias e para o desenvolvimento de novas táticas e talentos.
A seleção brasileira feminina terá um novo compromisso neste domingo (12/7), à 0h (horário de Brasília), quando enfrentará os Estados Unidos. Este confronto promete ser mais um teste de alto nível, independentemente da escalação, e será fundamental para aprimorar a coesão e a tática do time antes da fase final da VNL. Acompanhe as notícias da Confederação Brasileira de Vôlei para mais detalhes sobre a participação do Brasil na competição.
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