Um homem de 25 anos foi detido pela Polícia Civil no Sertão da Paraíba, na madrugada desta sexta-feira (27), após ser flagrado em uma grave ocorrência de invasão de domicílio e tentativa de estupro. O incidente chocante teve lugar na cidade de Princesa Isabel, onde a vítima, uma mulher de 29 anos, foi surpreendida em sua própria residência por um agressor que já possuía histórico criminal e usava tornozeleira eletrônica.
Detalhes da Invasão e Tentativa de Violência
A ação criminosa começou quando o suspeito acessou o imóvel de forma violenta, destelhando a casa para conseguir entrar. De acordo com o delegado Gutemberg Cabral, responsável pela condução do caso, a vítima estava em casa acompanhada de seus três filhos menores, com idades de 4, 8 e 10 anos, que felizmente dormiam profundamente e não testemunharam o horror. Uma vez dentro da residência, o agressor empregou força física para impedir que a mulher gritasse ou buscasse socorro, intensificando a situação de vulnerabilidade.
Apesar da ameaça iminente e da violência sofrida, a mulher conseguiu resistir, implorando para que a agressão sexual não prosseguisse. A sua insistência levou o criminoso a fugir do local, abandonando a residência e a vítima, conforme apontam as investigações preliminares. Este desfecho permitiu que a vítima pudesse alertar as autoridades.
A Prisão e o Histórico Criminal do Suspeito
A Polícia Civil agiu rapidamente, e o homem foi localizado e preso pouco tempo depois, ainda em situação de flagrante. Um detalhe crucial revelado pelas autoridades é que o suspeito já era monitorado por uma tornozeleira eletrônica, indicando que estava cumprindo pena ou aguardando julgamento por um crime anterior de roubo. Essa informação ressalta a periculosidade do indivíduo e a reincidência em atos criminosos de grave natureza.
Desdobramentos Legais e Medidas de Proteção
Com a prisão do agressor, a vítima imediatamente solicitou medidas protetivas de urgência, visando garantir sua segurança e a de seus filhos. Tais medidas serão agora analisadas e apreciadas pela Justiça, que determinará as ações cabíveis para afastar o perigo. O homem passará por uma audiência de custódia, onde um juiz avaliará a legalidade de sua prisão e a necessidade de mantê-lo detido. Diante da gravidade dos fatos e do histórico do suspeito, a Polícia Civil já solicitou à Justiça a conversão da prisão em flagrante para prisão preventiva, buscando evitar que ele volte a oferecer riscos à sociedade e à vítima enquanto o processo judicial segue seu curso.
Fonte: https://g1.globo.com















