Kléber Renato Barbosa Medeiros, ex-comandante da Guarda Civil Municipal (GCM) de Bayeux, foi detido na manhã desta quinta-feira (26) após a Justiça decretar sua prisão preventiva na última quarta-feira (25). A medida judicial surge em meio a uma série de acusações que já haviam levado o Ministério Público da Paraíba (MPPB) a solicitar sua exoneração do cargo.
Detalhes da Prisão e Procedimentos Legais
O ex-comandante Kléber Medeiros se entregou voluntariamente às autoridades na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Bayeux. Após os procedimentos iniciais, ele foi encaminhado ao Instituto de Polícia Científica (IPC) para a realização de exame de corpo de delito. Posteriormente, Medeiros foi transferido para a carceragem da Cidade da Polícia Civil, localizada em João Pessoa, onde aguardará as próximas etapas do processo.
Histórico de Acusações e Pedido de Exoneração
A prisão de Kléber Renato Barbosa Medeiros está relacionada a um histórico de condutas inadequadas. O Ministério Público da Paraíba (MPPB) já havia, em momento anterior, solicitado a sua exoneração do cargo em decorrência de uma ação penal. As denúncias incluem perseguição à sua ex-namorada e a divulgação não autorizada de cenas íntimas envolvendo a mulher na internet.
Além dos crimes contra a honra e liberdade individual, o ex-comandante também é acusado de outras irregularidades graves durante seu período à frente da Guarda Municipal. Entre elas, destacam-se o uso indevido de viaturas da corporação para fins pessoais, a utilização irregular de arma de fogo institucional e a prática de agressões contra subordinados dentro da própria sede da Guarda Municipal.
A Posição da Defesa do Ex-Comandante
Em resposta à prisão, os advogados de Kléber Medeiros expressaram surpresa e discordância. Em entrevista concedida à TV Correio, a defesa afirmou que a decretação da prisão preventiva foi recebida com incredulidade e a considerou uma medida 'injustificada'. O posicionamento dos representantes legais indica que buscarão reverter a decisão nos trâmites judiciais.
Fonte: https://portalcorreio.com.br


















