Mascotes do Mundial 2026 destacam biodiversidade das Américas
A Copa do Mundo de 2026 começou com entusiasmo, não apenas pelos jogos, mas também pelas mascotes que representam a rica biodiversidade das Américas. Com início nesta quinta-feira (11), no México, a competição traz o alce Maple, a onça-pintada Zayu e a águia-careca Clutch como símbolos das nações anfitriãs: Canadá, México e Estados Unidos.
Mascotes que simbolizam culturas nacionais
Os mascotes foram criados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) para simbolizar as três sedes do torneio e engajar torcedores de todas as idades. Cada animal representa aspectos culturais e ambientais dos países-sede, reforçando a identidade e a tradição local.
Maple: o alce canadense
Maple, o alce, simboliza o Canadá. Com uniforme vermelho, ele homenageia a folha de bordo, presente na bandeira canadense. Maple é retratado como um goleiro dedicado, amante de música e viagens, refletindo a cultura vibrante do país.
Zayu: a onça-pintada mexicana
Zayu representa o México, trazendo a herança cultural e a biodiversidade do país. Vestida de verde, a onça-pintada simboliza a dança, a gastronomia e o espírito vibrante mexicano. A espécie está ameaçada de extinção, mas esforços de conservação têm mostrado resultados positivos.
Clutch: a águia-careca americana
Clutch, a águia-careca, é o símbolo dos Estados Unidos. Conhecida por seu espírito livre e liderança, a mascote é uma meio-campista que une o time. A águia, que já esteve ameaçada de extinção, foi salva por ações de conservação, incluindo a proibição de pesticidas.
História das mascotes da Copa
Desde 1966, as mascotes são parte da tradição da Copa do Mundo. No Brasil, em 2014, o tatu-bola Fuleco chamou atenção para a conservação ambiental, destacando a importância de proteger espécies ameaçadas.
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