Grupo criminoso atuava em vaquejadas
Um grupo investigado por tráfico de drogas, venda de armas e lavagem de dinheiro foi alvo da Operação Bon Vivant, deflagrada pela Polícia Civil da Paraíba. A organização, que operava em Campina Grande e no Rio Grande do Norte, movimentou cerca de R$ 144 milhões em dois anos. O esquema incluía negócios em vaquejadas, onde o grupo tentava legitimar os lucros ilícitos.
Estratégias de lavagem de dinheiro
Os investigados utilizavam o mercado de animais e vaquejadas para movimentar dinheiro. Compravam animais e participavam de leilões, ampliando a rede de contatos no setor. Além disso, mantinham negócios em academias e usavam “laranjas” para ocultar a origem dos recursos.
Investimento na carreira de cantor
Uma das estratégias do grupo envolvia o agenciamento da carreira de um cantor. O objetivo era investir no artista para aumentar as oportunidades de negócios e movimentação de dinheiro. O cantor, segundo a polícia, não tinha conhecimento de que fazia parte do esquema.
Atuação no Rio Grande do Norte
A organização também operava no Rio Grande do Norte, onde um dos líderes possuía um haras. Durante as buscas, foram apreendidos veículos e outros bens, evidenciando a estrutura patrimonial do grupo.
Desdobramentos da operação
A operação resultou na prisão de 27 pessoas e no bloqueio de bens. Em Campina Grande, mandados foram cumpridos em diversos bairros, e houve apreensão de veículos de luxo. A investigação continua com a análise do material apreendido.
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