Tifanny critica nova regra do vôlei que exclui atletas trans
A oposta Tifanny, do Osasco São Cristóvão Saúde, se pronunciou sobre a nova política da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) que limita a participação de atletas trans em competições femininas.
Reação de Tifanny à nova política
A jogadora, primeira transgênero a atuar na Superliga, classificou a medida como um “enorme retrocesso”. Tifanny destacou que a decisão da CBV afeta não apenas sua carreira, mas também o clube, a torcida e patrocinadores, além de representar um revés na luta por inclusão e reconhecimento de pessoas trans no esporte.
Impacto da decisão no vôlei feminino
A nova regra, anunciada pela CBV, exige que atletas apresentem resultado negativo para o gene SRY, alinhando-se às diretrizes do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB). Anteriormente, a participação de mulheres trans era permitida com controle de níveis de testosterona.
Pronunciamento após jogo no Campeonato Paulista
Tifanny se manifestou após a estreia do Osasco no Campeonato Paulista, onde marcou 19 pontos, mas a equipe foi derrotada pelo Pinheiros. Apesar da nova regra, a Federação Paulista de Volleyball permitiu sua participação, seguindo o regulamento vigente do torneio.
Compromisso com a luta por inclusão
Tifanny reafirmou seu compromisso em lutar pela visibilidade e inclusão no esporte, prometendo tomar todas as medidas possíveis para garantir seus direitos e os de outras atletas trans.
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