Restrição a Lula supera divergências com Flávio Bolsonaro
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, pré-candidato à Presidência pelo partido Novo, declarou que suas principais divergências políticas são com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e não com o senador Flávio Bolsonaro. A afirmação foi feita em entrevista à rádio Correio FM, após um período de atritos entre os partidos Novo e PL, marcado por críticas públicas e o cancelamento de um convite para um evento partidário.
Conflito com o PL e críticas ao Banco Master
Zema expressou descontentamento com a relação entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Após suas críticas, Eduardo Bolsonaro sugeriu um rompimento entre o PL e o Novo. A situação culminou no desconvite de Zema para um encontro do PL em Santa Catarina.
Defesa das privatizações e críticas a estatais
Durante a entrevista, Zema defendeu a privatização de estatais, criticando negócios feitos exclusivamente por bancos e institutos de previdência estatais com o Banco Master. Ele argumentou que a privatização permitiria maior investimento em saúde, educação e segurança pública.
Propostas para o setor de energia e data centers
Zema destacou a necessidade de atrair data centers para o Brasil, aproveitando o baixo custo da energia. Ele criticou a política tributária de Lula, que, segundo ele, encarece a energia, e propôs isenção de impostos sobre energia elétrica para data centers por até 20 anos.
Redução de impostos como meta política
O pré-candidato afirmou seu compromisso com a redução de impostos, contrastando com o aumento observado no governo atual. Zema destacou sua gestão em Minas Gerais como exemplo de administração sem aumento de impostos, apesar das dificuldades financeiras.
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