Jô Oliveira cobra presença do secretário de Saúde e denuncia descaso da gestão com o Hospital Antônio Targino

Na sessão desta terça-feira (19), a vereadora Jô Oliveira (PCdoB) voltou a cobrar respostas da gestão municipal sobre a grave crise na saúde pública de Campina Grande. Os pontos centrais da sua fala foram à respeito da situação atual do Hospital Antônio Targino e convocação do secretário de Saúde, que até agora não foi respeitada, mesmo após aprovação unânime na Câmara Municipal.

Segundo a vereadora, a ausência do gestor representa desrespeito à Casa Legislativa e, sobretudo, à população que aguarda soluções para problemas que se repetem e se agravam. “Quem responde pelo Fundo Municipal de Saúde é o secretário. Se outras secretarias estão movimentando esse recurso, está errado. Isso é improbidade. Precisamos de um diálogo franco nesta Casa”, afirmou.

Jô relatou ainda sua visita ao Hospital Antônio Targino, que chegou a suspender atendimentos de hemodiálise por falta de repasses da Prefeitura, prejudicando diretamente dezenas de pacientes. “O pagamento só foi feito no final do dia 15, depois da paralisação. Esse descaso é inaceitável. Campina não pode ser refém da falta de planejamento”, denunciou.

A parlamentar também criticou a postura da Secretaria de Saúde diante das cobranças se pronunciando através de nota que reduzia as cobranças a politicagem. Para ela, a tentativa de reduzir questionamentos técnicos a “politicagem” e “oportunismo” é uma forma de fugir da responsabilidade. “Quando não há interesse pela técnica, entra a política pela política. E quem paga o preço é a população, que sofre na ponta com a falta de insumos, atrasos de salários e serviços interrompidos”, destacou.

Jô reforçou que o problema não se resume ao Antônio Targino: entidades como o HELP e a FAP enfrentam as mesmas dificuldades para manter contratos e serviços com o município. “Três instituições diferentes, fazendo a mesma denúncia. Isso não é coincidência. Isso é a prova da falta de planejamento da gestão, que insiste em empurrar a saúde de Campina para o caos”, disse.

Por fim, a vereadora fez um apelo aos colegas de parlamento para que, independentemente de posições políticas, se unam em defesa da população: “Nossa obrigação é com quem está na ponta, sem conseguir marcar exames, realizar cirurgias ou ter acesso ao tratamento. A saúde de Campina Grande não pode continuar sendo tratada com descaso.”

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