Mario Frias defende patrocínio ao filme Dark Horse
O deputado federal Mario Frias (PL-SP) afirmou que o patrocínio do Banco Master ao filme Dark Horse, cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), não configura crime. A declaração foi dada neste sábado (12), em meio a investigações da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União.
Contexto da investigação
A Operação Make Up, deflagrada na última quinta-feira (10), investiga suspeitas de desvio de recursos de emendas parlamentares e apura se dinheiro público foi utilizado para financiar o filme. Frias, um dos alvos da operação, nega qualquer uso de recursos públicos na produção.
Defesa do deputado
Mario Frias classificou a operação como uma “cortina de fumaça” em contexto eleitoral. Ele argumenta que o patrocínio privado, por si só, não é crime e que não houve promessa de ato de ofício ou benefício em troca do patrocínio. Frias também comparou o patrocínio de Dark Horse a outros investimentos do Banco Master, como no programa Caldeirão do Huck e no Atlético-MG.
Mensagens e contrapartidas
Mensagens entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e Daniel Vorcaro, então dono do banco, foram divulgadas, mas Frias afirma que não há indicação de contrapartida oferecida ao empresário. “Não há pedido de projeto de lei, por exemplo, não há promessa de benefício”, declarou.
Motivações políticas
Frias questiona a motivação da investigação, sugerindo que ela foi iniciada por congressistas do PT para criar uma suspeita política. Ele destaca que a investigação ocorre em um momento em que lidera pesquisas para a presidência.
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Fonte: gazetadopovo.com.br

















