A quarta-feira, 2 de setembro, foi marcada por uma série de atividades dos candidatos à presidência do Brasil. As agendas incluíram entrevistas, visitas a instituições, encontros com eleitores e protestos, refletindo a diversidade de estratégias de campanha adotadas pelos presidenciáveis.
Entrevistas e encontros com eleitores
Samara Martins, candidata pelo UP, esteve no Rio de Janeiro, onde se reuniu com estudantes e trabalhadores em frente ao Hospital Clementino Fraga Filho, na UFRJ. Ela também visitou o restaurante universitário, buscando dialogar com a comunidade local. Já Ronaldo Caiado, do PSD, concedeu entrevista à rádio Metropolitana 90.5 FM e visitou o Mercado Municipal de Pinheiros, em São Paulo, onde discutiu a redução da taxa de juros.
Protestos e ações judiciais
Wilson Grassi, do Democrata, protestou em frente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a suspensão de sua campanha nas redes sociais, decisão tomada pelo ministro Dias Toffoli. Grassi criticou a medida, alegando que sua campanha depende exclusivamente das redes sociais devido à falta de recursos do fundo eleitoral.
Visitas a instituições e comunidades
Augusto Cury, candidato pelo Avante, esteve na Federação Israelita do Estado de São Paulo, onde se encontrou com representantes da comunidade judaica. Durante a reunião, Cury defendeu a pacificação e o combate ao preconceito. Clariana Barão, da Democracia Cristã, também esteve em São Paulo, participando de programas de rádio e TV, além de visitar a Casa da Mulher Brasileira.
Atividades partidárias e ausência de agenda pública
Edmilson Costa, do PCB, cumpriu agenda da secretaria-geral do partido em Lisboa. Vários candidatos, como Rui Costa Pimenta (PCO), Flávio Bolsonaro (PL), Hertz Dias (PSTU), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Renan Santos (Missão), não tiveram compromissos públicos registrados neste dia.
Debates sobre economia e trabalho
Romeu Zema, do Novo, reuniu-se com motoristas de aplicativo no centro de São Paulo. Ele defendeu a livre negociação entre empresas e trabalhadores, destacando a importância de acordos claros e transparentes. “Eu acredito muito na livre negociação entre as partes”, afirmou Zema.
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Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br


















