Justiça ordena retorno de Rosiene Sarinho ao cargo em Bayeux
Linha Fina: Decisão judicial permite que vereadora reassuma mandato sob medidas cautelares.
Meta Description: Justiça determina retorno de Rosiene Sarinho ao cargo em Bayeux, sob condições cautelares.
Decisão Judicial e Condições
A Justiça determinou, nesta quinta-feira (03), o retorno imediato da vereadora Rosiene Sarinho (PSB) ao seu mandato na Câmara Municipal de Bayeux. A decisão foi proferida pela juíza Conceição Marsicano, da 2ª Vara Regional de Garantias, atendendo a um pedido da defesa da parlamentar. No entanto, Rosiene deverá cumprir medidas cautelares.
A magistrada considerou que a investigação sobre o suposto esquema de ‘rachadinha’ está em fase conclusiva, com a exoneração de dois investigados principais da administração municipal. A decisão destaca que manter o afastamento seria desproporcional, não havendo ainda denúncia formal contra a vereadora.
Medidas Cautelares Impostas
Mesmo com o retorno ao cargo, Rosiene Sarinho deverá seguir restrições, como não manter contato com vítimas e testemunhas, evitar a Prefeitura de Bayeux, comparecer mensalmente à Justiça, e não se ausentar da Comarca por mais de oito dias. Além disso, está proibida de indicar servidores comissionados para seu gabinete.
As medidas cautelares também se aplicam a Rafael Sarinho, filho da vereadora, e Humberto Inácio Ferreira, ambos impedidos de assumir cargos comissionados na administração de Bayeux.
Investigação e Contexto
Rosiene Sarinho foi afastada em abril, após operação policial investigar um esquema de ‘rachadinha’ e desvio de dinheiro público. A operação incluiu buscas na residência da vereadora e em seu gabinete. Durante a ação, houve tentativa de ocultar um celular, que foi recuperado pela polícia.
As investigações indicam que o esquema teria começado quando Rosiene ainda apoiava a gestão municipal, mas rompeu politicamente após divergências com a prefeita Tacyana Leitão.
Implicações Políticas
O caso de Rosiene Sarinho levanta questões sobre práticas de corrupção em administrações municipais. A investigação sugere que a vereadora exigia parte dos salários de indicados para cargos públicos, apontando para um esquema de corrupção sistêmica.
O desenrolar do caso pode ter implicações significativas para a política local, destacando a necessidade de transparência e responsabilidade no serviço público.
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Fonte: jornaldaparaiba.com.br

















